sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MENSAGEM AOS ALUNOS CONCLUINTES DO ENSINO FUNDAMENTAL - 8° A

    Aproveitamos essa data especial para dar os parabéns a todos que se dedicam aos estudos, em especial a vocês alunos concluintes do ensino fundamental da Escola Santa Luzia.

   O estudante, além de estar constantemente exercitando seus neurônios para expandir seus conhecimentos, está igualmente sujeito a uma série de responsabilidades. Nós somos, além de tudo, a base intelectual e admirável da qual irá depender o progresso de uma estrutura que diariamente necessita de socorro, a que chamamos sociedade.

   É certo, então, que está nas nossas mãos, estudantes, o destino de uma sociedade, de um país, de um mundo! E é por essa causa que inicia uma nova luta, surge um novo horizonte de expectativas, o ensino médio. Sigam firmes nos estudos, empenhados em conquistar um futuro brilhante e sem esquecer da humildade.

Professora Heloísa.

CONFRATERNIZAÇÃO E DESPEDIDA DA 8° A


domingo, 23 de janeiro de 2011

Nem tudo se pode ver, ouvir ou dizer







Eu, que sempre faço a apologia do ato generoso da escuta, sugiro ao músico que faça ouvidos moucos. Lembro que ele tem o privilégio de escutar os sons mais sutis e sabe ouvir o silêncio. Não precisa dar ouvidos ao que não interessa. Inclusive porque egos inflados estão em toda parte e a luta contra a eles não leva a nada. Evitar a luta de prestígio é um bem que nós fazemos a nós e aos outros.

Para viver, nem tudo nós podemos ver, escutar ou dizer. Isso é representando, desde a Antiguidade pelos três macacos da sabedoria. Cada um cobre uma parte diferente do rosto com as mãos. O primeiro cobre os olhos, o segundo as orelhas e o terceiro a boca. A representação é originária da China. Foi introduzida no Japão, no Século VIII por um monge budista. A máxima que ela implica é “não ver, não ouvir e não dizer nada de mau”. Foi adotada por Gandhi que levava sempre consigo os três macaquinhos, o cego, o surdo, o mudo – Mizaru, Kikazaru e Iwarazu.

Eles ensinam a não enxergar tudo o que vemos, não escutar tudo o que ouvimos e não dizer tudo o que sabemos. Noutras palavras, ensinam a selecionar e a conter-se. Isso é decisivo para uma atitude construtiva, mas não é fácil. Somos impelidos a focalizar o que nos prejudica – impelidos por um gozo masoquista ao qual temos de nos opor continuamente. Só a consciência disso permite não sair do caminho em que a vida desabrocha.

Seleção e contenção tornam a existência mais fácil. Desde que não sejam um efeito da repressão, como na educação tradicional. E sim do desejo do sujeito – um desejo vital de se opor às forças do inconsciente que podem nos fazer mal. Isso implica a humildade de aceitar que o inconsciente existe e que não somos donos de nós mesmos.

A ideia não é nova. Data da descoberta da psicanálise por Freud, no fim do Século XIX, mas continua a ser ignorada porque é difícil nos livrarmos do ego. Sobretudo numa sociedade como a nossa, que tanto o valoriza, e que não condena a vaidade, a prepotência e a arrogância. Pelo contrário, estimula-as para se perpetuar.

Betty milan - psicanalista - veja.com.br - 12.01.2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O ateu...o mistério...e a cultura moral

Atenção alunos (as)



A Eletronorte está disponibilizando estágio para alunos(as) do segundo ano do Ensino Médio. O estágio é um passaporte para o futuro, cria possibilidade de emprego e aprimoramento profissional.
Maiores informações:

http://app.eln.gov.br/estagiario/inscricao

Fonte: Diário de um educador

I JOGOS INTERNOS DA ESCOLA

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

sábado, 6 de novembro de 2010